UMA MANHÃ EM BELO HORIZONTE

Em BH, eu tive apenas uma noite e uma manhã. Na noite de sábado, depois da minha visita a Inhotim, eu estava tão cansada que só sai para comer algo perto do hotel (é bom pegar um táxi). Conheci o bistrô francês Tarte Vin (Rua Curitiba 2105, Lourdes) que recomendo (até porque nem só de pão de queijo e couve mineira vive-se em Belo Horizonte).

Na manhã de domingo visitei a Praça da Liberdade, onde tem o prédio do CCBB (o café é uma graça, vale a visita) e o Edifício Niemeyer. De lá segui até a Feira Hippie que acontece todo domingo (Av. Afonso Pena - Centro), mas só pra conhecer rapidinho mesmo. Depois, partiu Mercado Central, que é uma das coisas que mais gosto de fazer em uma cidade que não conheço. Tem lugar melhor pra conhecer a cultura e costumes de um lugar? Sem falar nos doces de leite, goiabadas cascão, queijos curados da serra da canastra... Devidamente abastecida, hora de procurar almoço, que foi dica da vendedora de uma das barraquinhas, um restaurante em frente ao Minascentro, que esqueci o nome agora, mas que vale muito. Comidinha forno a lenha deliciosa.

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INHOTIM, MEU ROTEIRO, PARTE II

Você viu a parte I da minha viagem, chegou a hora da parte II, com um roteiro especial de um dia pelas obras e galerias de Inhotim. Se não falei, Inhotim fica na cidade de Brumadinho - MG, a 1h30 de Belo Horizonte. 

Meu roteiro
Como eu tinha apenas um dia de visita, um roteiro pronto + mapa do parque agilizou (e muito) a minha vida. São 3 caminhos: amarelo, laranja e rosa e 5 rotas de carrinhos.

10h às 10h30 (a pé - rota laranja)
• G20: Galeria Lygia Pape, 2012 (feixes de luz) • G7: Galeria Adriana Varejão, 2008 (Celacanto Provoca Maremoto)

10h30 às 12h (carrinho rota 1 - laranja)
• G11: Galpão Cardiff & Miller (George Bures Miller e Janet Cardiff, 2009, história contada através do som) • A13: Olafur Eliasson (Viewing Machine, 2009, caleidoscópio) • G14: Galeria Valeska Soares (Folly, 2009, casa de vidros, perto do lago). Pega o carrinho rota 2 - laranja até a G21: Galeria Psicoativa Tunga

12h às 13h (carrinho rota 3 - laranja)
• A15: Jorge Macchi (Piscina, 2009, que você pode tomar banho!) • G17: Galeria Marilá Dardot (A origem da obra de arte, 2009, vasinhos em forma de letra) • A14: Chris Burden (Beam Drop Inhotim, 2008, esculturas em aço)

13h às 14h (carrinho 4 - laranja)
o carrinho passa pelo A22: Giuseppe Penone (Elevazione, 2000, árvore elevada) e segue para o G15: Galeria Cosmococa (Helio Oiticica / Nevvile D’Almeida, 1973, cinco salas projeções, em uma deles, um monte de redes e música de Jimi Hendrix. Em outra, uma piscina amarela esverdeada com leds, em que você pode nadar)  • A6: Jarbas Lopes (Troca-troca, 2002, fuscas coloridos)

Praticamente você viu toda rota laranja. Siga para a amarela e desça em direção à recepção a pé.

Parada pra almoço!
Nessa hora eu estava morrendo de fome. Você tem duas opções: restaurante Tamboril/Bar do Ganso (comida internacional por R$63,00 preço fixo) ou o Restaurante Oiticica, quilo delicioso e mais barato com muitas opções. Foi o que fiz.

14h às 15h (a pé - rosa)
Junta todas as forças que ainda lhe resta e bora ver o resto! 
• A12: Helio Oiticica (Invenção da Cor, Penetrável Magic Square #5, Deluxe, 1977) • A17: Yayoi Kusama (Narcissus Garden, 2009, perto da recepção) 

Suba pela rota amarela a pé até A7: John Ahearn / Rigoberto Torres (Abre a porta, 2006 e Rodoviária de Brumadinho, 2007 - esculturas na parede) • A8: Olafur Eliasson (By Means of a Sudden Intuitive Realization, 1967) • A1: Tunga (Deleite, 1999) • G2: Tunga (Galeria True Rouge, 2006, casa branca no lago). Volta até a rota rosa.

15h às 16h (carrinho 5 - rosa)
Esse é o último caminho, o mais longo de todos, se tiver tempo e disposição pode seguir a pé até o embarque do carrinho 5. Pode visitar agora ou depois o G16: Miguel Rio Branco 
Pega o carrinho até G10: Doug Aitken (Sonic Pavilion, 2009, prédio redondo com som que vem de um buraco na terra a mais de 200 metros)  • G12: Matthew Barney (casa de vidros)

17h
Pronto!
Agora com uma sobrinha de tempo, volta pra recepção, passa na lojinha pra garantir uma lembrança, toma um café no Café do Teatro e vai pro estacionamento. O ônibus sai 17h30.

INHOTIM DICAS E MUITAS FOTOS, PARTE I

É difícil até começar a falar de Inhotim. Nem um milhão de palavras seriam suficientes para descrever o que é esse lugar mágico. Não vou me atrever a descrevê-lo. Inhotim é pra sentir. E só sente quem está lá. Então minha dica é vá. Mas, como meu blog é também um espaço que divido algumas dicas de viagem, vou deixar algumas pra você.

Vou fazer assim: dividir Inhotim em dois posts. Neste primeiro, dicas "logísticas", de como chegar, onde ficar, pra quem tem apenas um final de semana e um dia de visita. E no segundo, um roteiro com as obras que visitei, redondinho, seguindo o mapa oficial do parque. Um detalhe: como eu estava sozinha consegui conhecer quase tudo. Dei uma agilizada, sabe. Não precisei correr ou apenas "passar" pela obra. Fiz tudo com calma, mas sem perder tempo. É que antes de viajar, estudei um pouco o mapa e selecionei as galerias e obras. Há quem goste de surpresas e não quer ver nada, mas eu adoro um roteirinho bem trabalhado. 
Como cheguei em Belo Horizonte e onde fiquei
Fui de avião sexta à noite. Chegando no aeroporto de Confins, é molezinha pegar o ônibus executivo Conexão Aeroporto que te deixa no terminal (não é a rodoviária de BH não), no bairro de Lourdes (50min). Lá tem vários táxis para seguir ao hotel. Escolhi ficar no Ibis Budget Minascentro (5min do ponto do Conexão), apesar de perto, é recomendável pegar um taxi porque tem umas ladeiras e à noite pode ser perigoso.

Como fui pra Inhotim
De ônibus (1h30). No sábado, peguei um taxi do hotel até a rodoviária de BH (10min) e procurei o guichê da empresa Saritur para trocar meu bilhete que já havia comprado pela Internet. Importante garantir antes, tá. Fui no primeiro ônibus das 8h15, mas também saiu um extra às 8h30. Ele te deixa dentro do parque e a volta é às 17h30. 
No parque
Não comprei ingresso antecipado, não precisa. Acho importante comprar o ingresso do transporte interno junto com a entrada do parque porque te dá uma super ajuda nas rotas (entrada R$30,00 inteira + R$20,00 carrinho. Inhotim é imenso, é legal caminhar entre uma obra e outra, mas tem uma hora que o cansaço chega, não tem jeito, e os carrinhos agilizam a vida. Filtro solar e garrafinha de água são super bem vindos. 
Ah, e lá tem 3 restaurantes: Bar do Ganso/Tamboril, preço fixo, mais caro, comida internacional... E tem o Restaurante Oiticica, perto da recepção, um quilo delicioso super justo com uma mesa de doces recheada! Além de alguns pontos de lanchinhos (que não usei) e um café do Teatro na saída, perto da recepção. Então, o primeiro post é esse! Espero que tenha gostado e espero que você volte aqui pra ver a segunda parte e me contar que foi pra Inhotim e amou, assim como eu.

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